31-10-2017, 10:10
"Azul, branca, indomável, imortal, como não pôr no Porto uma esperança se "daqui houve nome Portugal"?"
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31-10-2017, 10:10
"Azul, branca, indomável, imortal, como não pôr no Porto uma esperança se "daqui houve nome Portugal"?"
29-11-2017, 15:11
Big Sam no Everton.
De um defeso a cheirar a época de grande ambição e a morder aos calcanhares ao Big Six a ter de contratar um bombeirão antes do Natal.Também Alan Pardew foi para o West Bromwich. Acho que é uma nomeação que faz sentido, têm plantel para se manter na Premier e jogadores que se adaptam ao estilo dele. Everton e West Bromwich juntam-se assim a Leicester (Craig Shakespeare por Claude Puel) e Crystal Palace (Frank de Boer por Roy Hodgson), formando o grupo de quatro equipas que já trocaram de treinador no decorrer da temporada. ![]() When the snows fall and the white winds blow, the lone wolf dies but the pack survives.
29-11-2017, 16:11
O West Brom tem um plantel muito bom, dá perfeitamente para ficar ali tranquilo a meio. O Pardew até meteu o Palace a jogar bem a determinada altura, espero que faça alguma coisa de jeito
![]() SPORT LISBOA E BENFICA
29-11-2017, 16:11
Miki Feher, post: 226664, member: 63 Escreveu:O West Brom tem um plantel muito bom, dá perfeitamente para ficar ali tranquilo a meio. O Pardew até meteu o Palace a jogar bem a determinada altura, espero que faça alguma coisa de jeitoO problema é que há bastantes equipas com esse nível de plantel, e das que não têm até há duas em claro sobre-rendimento, como é o caso do Brighton e especialmente do Burnley. Se essas equipas com bom plantel não se cuidam pode perfeitamente acontecer uma surpresa, como ia acontecendo com o Leicester no ano passado. ![]() When the snows fall and the white winds blow, the lone wolf dies but the pack survives.
29-11-2017, 16:11
Sobrado, post: 226669, member: 153 Escreveu:O problema é que há bastantes equipas com esse nível de plantel, e das que não têm até há duas em claro sobre-rendimento, como é o caso do Brighton e especialmente do Burnley. Se essas equipas com bom plantel não se cuidam pode perfeitamente acontecer uma surpresa, como ia acontecendo com o Leicester no ano passado.Lá está, o West Brom tem tido dificuldades em disputar jogos contra equipas semelhantes, e esses jogos é que decidem a posição final. Contra os grandes a derrota é minimamente esperada, é preciso é ir buscar pontos a euqipas de nível semelhante e inferior ![]() SPORT LISBOA E BENFICA
29-11-2017, 17:11
Alan Pardiola: uma época fantástica, o resto é péssimo.
"Ir ou estar no Dragão, é o mesmo que ir ou estar na casa e no coração de todos e cada um de nós, pois todos somos o Dragão, símbolo do nosso clube e da nossa cidade."
29-11-2017, 17:11
Mingos, post: 226686, member: 2 Escreveu:Alan Pardiola: uma época fantástica, o resto é péssimo. É que nem refrigerante de 3 litros. Acaba o gás rápido.
29-11-2017, 17:11
zurrilho, post: 226687, member: 6 Escreveu:É que nem refrigerante de 3 litros. Acaba o gás rápido.Excelente expressão. É mesmo a melhor para descrever o Pardew. xz
"Ir ou estar no Dragão, é o mesmo que ir ou estar na casa e no coração de todos e cada um de nós, pois todos somos o Dragão, símbolo do nosso clube e da nossa cidade."
29-11-2017, 17:11
LITRÃO.
INGLESÃO. "Azul, branca, indomável, imortal, como não pôr no Porto uma esperança se "daqui houve nome Portugal"?"
20-12-2017, 15:12
Por que Mohamed Salah merece aplausos muito além do bom momento no Liverpool
Por Leandro Stein “Palavras não podem explicar o que aconteceu. Aos 50 do segundo tempo, diante de 100 mil torcedores. Você poderia ouvir um alfinete caindo enquanto ele caminhava para a bola, tamanho era o silêncio. Mas nós sabíamos que estávamos a salvo em suas mãos”. A descrição de Marwan Ahmed, do site egípcio KingFut ao jornal The Times, dimensiona bem o gol mais notável de Mohamed Salah. Não importa tanto o que acontecerá: o gol mais lembrado da carreira do atacante, muito provavelmente, será aquele que colocou a seleção egípcia de volta a uma Copa do Mundo depois de 28 anos. O craque do time teve uma frieza impressionante para não sucumbir à pressão e converter a penalidade que, no minutos finais da penúltima rodada contra o Congo, confirmou a presença dos Faraós na Rússia-2018. Desde então, se já era adorado por seus compatriotas e outros árabes, o jogador passou a ser considerado um herói nacional. Ainda assim, sua fama se elevou mais depois daquele tento. E a consideração pelo ídolo transcende meramente o futebol. O início de temporada de Salah no Liverpool já era ótimo e parece ter melhorado mais depois do gol decisivo pelo Egito. De sete tentos nos primeiros 12 jogos com a camisa vermelha, ele catapultou esta média com 16 gols nos últimos 16 jogos – em contagem iniciada justamente na noite espetacular de Alexandria. Nem sempre evitou os tropeços do time de Jürgen Klopp. Mas anotou em momentos importantes, como no clássico contra o Everton. Já a partida mais simbólica aconteceu no reencontro com o Chelsea, em Anfield. Foi o egípcio que balançou as redes no empate por 1 a 1 contra o ex-clube, sublinhando o seu valor. E dá para dizer que o ponta foi à forra além disso. Nas arquibancadas, seu convidado ilustre era Mamdouh Abbas, ex-presidente do Zamalek. Em 2011, quando o garoto despontava pelo pequeno Arab Contractors, o dirigente rejeitou-o no poderoso clube do Cairo afirmando que ele tinha “muito a trabalhar”. Não que Salah seja vingativo ou qualquer coisa do tipo. Segundo reportagem do The Times, ele lidou muito bem com a rejeição e que dois traços marcantes de sua personalidade são sua generosidade incrível e o humor malicioso – talvez os dois envolvidos no convite a Abbas. A parte da generosidade, aliás, talvez passe muito além da mera presença do dirigente em Anfield. Assim que o ídolo anotou o gol decisivo pela seleção egípcia, a imprensa local começou a circular uma notícia de que o atacante recusou a oferta de uma mansão como prêmio pelo gol. Em contrapartida, ele sugeriu que todo o dinheiro que seria gasto na construção suntuosa fosse investido em seu vilarejo, na zona rural da cidade de Basyoun, norte do Egito. Quem seria o possível responsável pelo presente? Justamente Mamdouh Abbas, empresário com negócios no ramo petrolífero. “Ele conseguiu algo que nenhum político fez: ele conseguiu unir o Oriente Médio. Tunisianos, sauditas, emiratenses, omanis, marroquinos – todos querem uma camisa do Salah. Eu tenho torcedores do Manchester United enviando mensagens durante os nossos jogos, dizendo: ‘Isso é duro para mim, não sei o que fazer’. Com a seleção egípcia, ele está carregando a esperança de 90 milhões. Temos ataques terroristas todas as semanas. Uma economia cheia de problemas. Ele é a única coisa mantendo os egípcios felizes. Vá a qualquer café no Cairo quando o Liverpool está jogando… É fantástico. Por 90 minutos, ele une a nação e nos faz esquecer todas as merdas que estamos passando. Você não precisa se preocupar sobre revoluções, entidades políticas, grupos terroristas, qualquer coisa dessas. Ele marca, nós somos felizes, nós esquecemos por um momento. E isso ecoa em todo o Oriente Médio”, explica Hatem Kadous, que comanda o Oil Field Index, um podcast sobre o Liverpool dedicado a torcedores árabes. “Ele não comemorou o gol contra o Chelsea porque aconteceu um ataque terrorista na Península do Sinai, o com maior número de vítimas fatais da história do Egito, deixando 350 mortos. Ele é muito engajado politicamente e irá comentar sempre que as coisas estiverem acontecendo, prestando tributo e enviando mensagens de paz. Nesta era de islamofobia, tenho satisfação em vê-lo atingindo muita gente por seu esforço, isso ajudou os fãs a chegarem até ele”, complementa Kadous. “Messi não une uma região, certo? Cristiano Ronaldo não une. Eles não têm essa dimensão sociológica para uma região”. A noção de Salah sobre sua importância política não vem de hoje. Desde que começou a estourar na seleção olímpica, o atacante era visto como uma espécie de herdeiro de Mohamed Aboutrika – não apenas para se tornar protagonista dos Faraós, mas também por assumir a linha de frente nas discussões além do futebol. Sinal concreto disso aconteceu ainda em agosto de 2013, quando ascendia no Basel. Ele anotou dois gols na vitória sobre o Ludogorets, que aproximava os suíços da fase de grupos da Liga dos Campeões, mas decidiu não comemorar. A alegação? Não tinha o que festejar diante da repressão vivida em seu país, que passara por um golpe militar nas semanas anteriores e registrara centenas de mortos em conflitos. Na fase anterior, contra o Maccabi Tel-Aviv, ele se manifestou na cerimônia de abertura da partida. Deu um leve soco nas mãos espalmadas dos adversários, durante os cumprimentos. Favorável à causa palestina, o jovem cogitava sequer viajar a Israel para o duelo, mas mudou de ideia após solicitação de seu clube. Não são as posições políticas, de qualquer maneira, que afetam a generosidade de Salah. A sua boa vontade repercute cotidianamente no Egito. Ele está construindo uma escola em seu vilarejo-natal e banca o serviço de ambulância, além de várias unidades de incubação hospitalar. Em sua instituição de caridade, ele distribui roupas e alimentos às pessoas carentes, sobretudo no Ramadã. Recentemente, o governo egípcio precisava de dinheiro corrente para sustentar sua moeda e ele doou £210 mil. Curioso é que Salah ascendeu ao futebol justamente no momento em que a realidade no Egito sofria uma reviravolta. Por conta do massacre de Port Said, que matou 72 torcedores do Al-Ahly em desdobramento direto da Primavera Árabe, o atacante ficou longe dos campos durante a suspensão do Campeonato Egípcio. Sua transferência ao Basel aconteceu nesta época, em meados de 2012, como reposição à venda de Xherdan Shaqiri ao Bayern de Munique. “Existiam dúvidas se ele se adaptaria e ninguém no clube conseguia se comunicar em árabe com ele. Mas Salah é uma pessoa muito aberta. Muito humilde e inteligente. Depois de dois meses, ele falava inglês fluentemente. Ele era o cara engraçado do grupo, faz muitos amigos assim. Além disso, o técnico Murat Yakin costumava dizer que qualquer sessão de treinamento envolvendo Salah era melhor, por causa da ética de trabalho”, diz Georg Heitz, ex-diretor esportivo do Basel. E desde então, a carreira de Salah atingiu um novo patamar na Europa. Apesar do insucesso no Chelsea, deu a volta por cima com as camisas de Fiorentina, Roma e (principalmente) Liverpool. O ápice do garoto que cresceu admirando Ronaldo, Zidane e Totti, enquanto jogava com uma bola de meia em sua comunidade. “Eu amava esse tipo de jogadores, esses que fazem mágica com os pés”, declarou nesta semana, ao site do Liverpool. Para cumprir seu sonho, depois de assinar com o Arab Contractors nas categorias de base, o atacante passou a enfrentar viagens de quatro horas até o Cairo para treinar e, depois, mais quatro horas para voltar à sua casa. “Foi um momento difícil, mas eu era jovem e queria ser jogador. Queria ter um grande nome. Queria ser algo especial. Eu não vou dizer que era claro para mim o que eu me tornaria. Estava vindo do nada, era um garoto de 14 anos com um sonho. Não sabia o que poderia acontecer, apenas desejava demais que pudesse acontecer. Se eu não fosse um bom jogador, tenho certeza de que minha vida seria difícil agora, porque dei tudo o que tinha ao futebol”. Hoje, é ele quem alimenta outros sonhos. É quem provoca peregrinações de egípcios até Liverpool. É quem proporciona a tal mágica, e não apenas com os pés. Trivela
20-12-2017, 15:12
Cracalhão.
"Azul, branca, indomável, imortal, como não pôr no Porto uma esperança se "daqui houve nome Portugal"?"
20-12-2017, 15:12
Ansioso por vê-lo no Mundial, torço um bocadinho mais pelo Egipto por causa dele. :') Parece ser um tipo mesmo likeable para além de um grande jogador.
![]() When the snows fall and the white winds blow, the lone wolf dies but the pack survives.
27-12-2017, 18:12
Virgil van Dijk já assinou pelo Liverpool. Na imprensa fala-se em mais de 80M€
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