15-07-2016, 15:07
Ao que parece, o Gotze vai voltar ao Dortmund. 28 milhões.
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15-07-2016, 19:07
Por mim nem metia mais os pés lá.
"Azul, branca, indomável, imortal, como não pôr no Porto uma esperança se "daqui houve nome Portugal"?"
16-07-2016, 13:07
Tudo bem que também perdeu jogadores importantíssimos, mas o Dortmund está a construir uma equipa...
![]() When the snows fall and the white winds blow, the lone wolf dies but the pack survives.
30-01-2017, 14:01
Wallace (MD/MC) do Grêmio já esta na Alemanha para prestar os exames médicos e assinar o contrato com o Hamburgo. Ainda não oficializaram os números mas nos bastidores fala-se em 10 milhões de Euros.
Podia ter arrumado um clube melhor, a coisa anda conturbada em Hamburgo nos ultimos anos :lool:. Mas foi a única equipe a pagar o que a gente queria. Apesar de achar que ele vale um pouco mais foi uma boa venda, desde as olimpiadas ele não tem jogado muito bem.
22-02-2018, 16:02
[noticia=Zerozero]
CONHEÇA A HISTÓRIA DO HISTÓRICO CLUBE ALEMÃO 1860 Munique: os leões que estão a aprender a rugir novamente ![]() © GETTY / *com Mário Rui Mateus Fundado a 17 de maio de 1860 (a secção de futebol foi criada a 25 de abril de 1899), oTurn und Sport Verein 1860 Munique é um dos clubes mais antigos da Alemanha. A sua história é bastante atribulada, marcada pela política, por sucessos, falências, bons jogadores e uma massa associativa apaixonada. Com alguns títulos e boas classificações nas ligas regionais, o Munique 1860 conseguiu apurar-se cinco vezes para o campeonato alemão, entre 1903 e 1948, sendo que, em 1930/31, foi vice-campeão da prova. Em 1911, o clube germânico passou a jogar no icónico Estádio Grunwalder, com capacidade para 40 mil pessoas, que partilhou com o Bayern, entre 1926 e 1972 (quando ambos se mudaram para o Estádio Olímpico de Munique). [B]Nazis... e os anos dourados[/B] Na década de 30, numa Alemanha onde o nacional-socialismo ganhava força, os nazis apoderaram-se do TSV, ao contrário do seu grande rival, Bayern de Munique, que era, por isso, considerado um «clube judeu» e mal visto pelo regime. Estas boas relações d’Os Leões com o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães não só impediram a sua bancarrota, como melhoraram consideravelmente as suas condições. A situação estável do 1860 Munique, entre os anos 40 e 60, permitiu as conquistas dos seus únicos títulos: duas Taças da Alemanha (1941/42 e 1963/1964) e uma Bundesliga (1965/66), da qual foi cofundador, em 1963. Curiosamente, a qualificação para a primeira edição da Bundesliga (o novo campeonato alemão de futebol) deveu-se ao segundo lugar alcançado na Oberliga Sud(campeonato da Baviera), atrás do Nuremberga, e que impediu o Bayern de ser totalista nesta prova (feito que apenas o Hamburgo detém). A nível europeu, o Sessenta chegou à final da Taça das Taças, em 1964/65, onde perdeu 2x0 com o West Ham, perante 97 974 espetadores, em pleno Wembley. Na Taça dos Campeões Europeus, em 1966/67, caiu na 2ª ronda, derrotado pelo Real Madrid de Gento e Puskás. [B]Primeira descida forçada que demorou 13 anos a ser reparada[/B] Nos anos 70, o percurso do clube bávaro não foi tão positivo, alternando entre a I e a II divisão, até que, em 1981, mais um problema financeiro atirou o clube para a Bayernliga (equivalente à 3. Liga). Esta despromoção originou a saída da estrela da equipa, Rudi Voller, para o Werder Bremen, por 500 mil euros e o regresso ao Grunwalder (até 1995). Sempre com os adeptos do seu lado, pelos estádios da Baviera, Os Leões conseguiram ultrapassar os problemas e chegaram à Bundesliga, 13 anos depois, em 1994/95, após duas promoções consecutivas. Conseguiram estabilizar-se no primeiro escalão e voltaram às provas europeias: na Taça UEFA, em 1997/98 e 2000/01 (derrotados na 3ª ronda, pelo Parma de Gianluigi Buffon, Fabio Cannavaro, Sérgio Conceição e Lilian Thuram) e na Liga dos Campeões, também em 2000/01, eliminados na terceira pré-eliminatória, pelo Leeds United. Em 2004, chega mais um capítulo negro para o 60: o presidente, Karl-Heinz Wildmoser é preso por subornos durante a construção da Allianz Arena (gerou muita discórdia entre os adeptos e revelou-se prejudicial para o clube), estádio que iria dividir com o rival Bayern, após ambos abandonarem o Estádio Olímpico. O 1860 entrou numa crise financeira e desceu à 2. Bundesliga. [B]Conformação na 2. Bundesliga e nova crise financeira[/B] A passagem pela segunda liga, marcada pelas constantes mudanças de treinador (15, até 2016/17) e pela eminente falência, teve como único aspeto positivo a formação. Em 2005/06, os Sub-17, liderados pelos irmãos Lars e Sven Bender, conquistaram o primeiro título da história. Das escolas do Munique saíram outros internacionais alemães como, Kevin Volland, Christian Trasch (jogou nos juniores com o atual treinador do Hoffenheim, Julian Nagelsmann) e o capitão mais jovem de sempre (18 anos) d’Os Leões, Julian Weigl. O débito de 10 milhões de euros, em 2010, levaram à procura de financiamentos externos. O milionário jordano Hasan Ismaik acabou por comprar 49% do capital do 60, já que, segundo a lei alemã, 51% das ações do clube devem pertencer ao próprio. Os adeptos mostraram-se descontentes, preferindo mesmo jogar nos regionais do que entregar o clube a desconhecidos. ![]() ©TSV 1860 Munchen [B]Do sonho ao pesadelo com Ismaik e Vítor Pereira[/B] Alheio à situação, Ismaik idealizou um projeto que passava pela estabilidade financeira e a promoção à Bundesliga, no espaço de três anos. Logo na temporada de 2016/17houve uma aposta forte nesse sentido. A equipa investiu em nomes experientes do futebol germânico como Stefan Aigner e Ivica Olic. No entanto, saiu tudo ao contrário e, após o despedimento de Kosta Runjaic, Vítor Pereira chegou a Munique com a missão de assegurar a manutenção, trazendo jogadores como, Abdoulaye Ba, Amilton ou Lumor, e, inicialmente, alcançou bons resultados. A permanência na 2. Bundesliga parecia garantida, mas complicou-se devido a algum desleixo e o clube foi obrigado a disputar os play-offs de manutenção, frente ao Jahn Regensburg (III escalão). Após um empate prometedor fora (1x1), os adeptos, que lotaram a Allianz Arena, viram o TSV 1860 Munique perder 2x0, na segunda mão. Esta derrota significava a descida ao terceiro escalão do futebol alemão. No entanto, o investidor jordano não assumiu as despesas da licença de participação na 3. Liga (como aconteceu em Portugal, com o Beira-Mar e a União de Leiria) e o clube foi despromovido à Regionalliga Bayern (quarta divisão). Nunca Os Leões de Munique tinham estado num nível tão baixo em toda a sua história. A equipa B, que disputava o quarto escalão, foi, inclusive, obrigada a descer ao quinto escalão do futebol germânico. [B]Estaca zero: Regionalliga Bayern[/B] Após o choque, começou a preparação de uma caminhada, que se avizinha longa e complicada. O primeiro passo foi o regresso ao Grunwalder, estádio amado pelos seus adeptos. O segundo foi a escolha do treinador, por parte do novo presidente, Robert Reisinger : Daniel Bierofka, antigo jogador do 1860, filho de Willi Bierofka, que também jogou no clube de Munique. O internacional alemão, que salvou o clube da descida à 3. Liga, em 2015/16, pegou na base da equipa B para construir o novo 1860 Munique, que apresenta uma média de idades de 23,4 anos. O plantel 2017/18 do 1860 Munique conta com 13 jogadores provenientes da equipa secundária, 13 reforços (três deles formados no clube, destacando-se Timo Gebhart) e quatro jogadores que desceram com o clube: Nico Karger, Sascha Molders, Jan Mauersberger e Nicholas Helmbrecht. Curiosamente, estes jogadores que mostraram o seu amor ao 1860 e que despertam o romantismo futebolístico (à semelhança do que aconteceu na Juventus, quando foi relegada à Serie B), têm tido um papel fundamental no desempenho desportivo da equipa. Para além de serem dos mais utilizados, Karger e Molders já apontaram nove golos cada um, Gebhart marcou cinco e o defesa-central Mauersberger fez quatro. Apesar, doafastamento precoce da Taça da Alemanha, na primeira eliminatória, aos pés do Ingolstadt (derrota por 1x2), o TSV 1860 Munique comanda a Regionalliga Bayern com 48 pontos, mais sete que o Nuremberga B, que ocupa o segundo lugar, quando estão decorridas 22 jornadas. O campeonato volta a este fim de semana, após a pausa de inverno, e a 14 jornadas do fim, Os Leões de Munique têm de manter as garras bem afiadas para conseguirem subir ao terceiro escalão e continuar a caminhada rumo ao topo do futebol alemão.[/noticia] "Azul, branca, indomável, imortal, como não pôr no Porto uma esperança se "daqui houve nome Portugal"?"
22-02-2018, 20:02
Brutal terem voltado ao estádio antigo.
E não sabia que o Bierofka era treinador e muito menos que o Timo Gebhart tinha aceitado jogar num nível tão baixo. Lembro-me de ele ser um craque da formação do Estugarda e dos sub-19 ou sub-21 da Alemanha.
![]() When the snows fall and the white winds blow, the lone wolf dies but the pack survives.
24-02-2018, 17:02
Knowledge is free
"Nothing is true, everything is permitted"
24-02-2018, 17:02
What the fuck! xz
![]() When the snows fall and the white winds blow, the lone wolf dies but the pack survives.
24-02-2018, 17:02
O gajo tem de ser despedido, f*da-se.
"Azul, branca, indomável, imortal, como não pôr no Porto uma esperança se "daqui houve nome Portugal"?"
24-02-2018, 22:02
O homem só queria beber água!
"I wanna be remembered for the life I lived, not for the money I maded"
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24-02-2018, 23:02
Percebam o contexto do lance:
Houve um golo anulado para o Duisburg e a musica no estadio continuou a dar. Por isso é que o Guarda-Redes estava desatento. E pelos vistos é um excelente GR, segundo adeptos do Duisburg no Reddit. Até defendeu um penalti num lance anterior. Acabaram por vencer a partida por 2-1. "Ir ou estar no Dragão, é o mesmo que ir ou estar na casa e no coração de todos e cada um de nós, pois todos somos o Dragão, símbolo do nosso clube e da nossa cidade."
25-02-2018, 05:02
FIX FIFA.
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