30-05-2012, 21:05
RE: [Ciclismo] Discussão Geral
Este Tour tanto pode ser muito aborrecido ou pode ser fantástico devido à falta de chegadas em alto e à elevada quantidade de contra-relógios. Bradley Wiggins e Cadel Evans são os favoritos, o britânico porque é um contra-relogista de classe mundial e não é um mau trepador e o australiano pelo que demonstrou no ano passado. Ciclistas como o Robert Gesink, que mostrou na Califórnia uma evolução no contra-relógio, o Denis Menchov, que é bom contra-relogista, assim como o Levi Leipheimer.
Por outro lado, devido às etapas que acabam em descida, Vincenzo Nibali e Samuel Sanchéz podem ser também considerados favoritos, talvez mais o italiano, que é melhor no contra-relógio.
Quanto aos irmãos Schlecks e a outros candidatos fracos no contra-relógio, vão ter de atacar bastante e trazer emoção à corrida, principalmente os luxemburgueses, porque senão vai ser uma época completamente falhada para a equipa da Radioshack.
Estou também curioso para ver o que faz o Alexandre Vinokourov, veterano da Astana, o Jurgen van den Broeck, que tem mostrado evolução no CR e o Alejandro Valverde que se mostrou muito bem no início de temporada mas que agora tem andado apagado.
Quanto aos sprints, este Tour vai contar com homens como o campeão do mundo, Mark Cavendish, que certamente quererá discutir todas as etapas ao sprint, mas poderá ter as contas furadas devido ao Bradley Wiggins que vai 'obrigar' a sua equipa a trabalhar para ele. Também Peter Sagan, o jovem eslovaco da Liquigas, apresenta-se como um dos principais ciclistas a disputar as chegadas ao sprint neste Tour, principalmente porque passa as pequenas dificuldades com 'facilidade'. Tyler Farrar, depois da desilusão que foi o Giro talvez vá ao Tour para tentar limpar a má imagem deixada em Itália. Alessandro Pettachi, da Lampre, também se apresenta como um dos principais homens a disputar as chegadas ao sprint. Mark Renshaw também poderá surpreender, o australiano da Rabobank, provavelmente, não terá comboio mas poderá tentar aproveitar o comboio de outras equipas. Matthew Goss ainda sem certezas da sua presença, mas a par de Cavendish e de Peter Sagan deverá ser um dos melhores sprinters da atualidade. A incógnita será Marcel Kittel, o alemão da Argos é muito irregular, mas quando está bem é fortíssimo e uma potencial ameaça.
As contas poderão sair furadas à Sky de Mark Cavendish e Bradley Wiggins e à Liquigas, de Peter Sagan e Vincenzo Nibali, com a possível dificuldade de ambas as equipas de desdobrarem tanto para o sprint como para a montanha.
Está aqui a minha análise àquilo que poderá ser o Tour deste ano.
Este Tour tanto pode ser muito aborrecido ou pode ser fantástico devido à falta de chegadas em alto e à elevada quantidade de contra-relógios. Bradley Wiggins e Cadel Evans são os favoritos, o britânico porque é um contra-relogista de classe mundial e não é um mau trepador e o australiano pelo que demonstrou no ano passado. Ciclistas como o Robert Gesink, que mostrou na Califórnia uma evolução no contra-relógio, o Denis Menchov, que é bom contra-relogista, assim como o Levi Leipheimer.
Por outro lado, devido às etapas que acabam em descida, Vincenzo Nibali e Samuel Sanchéz podem ser também considerados favoritos, talvez mais o italiano, que é melhor no contra-relógio.
Quanto aos irmãos Schlecks e a outros candidatos fracos no contra-relógio, vão ter de atacar bastante e trazer emoção à corrida, principalmente os luxemburgueses, porque senão vai ser uma época completamente falhada para a equipa da Radioshack.
Estou também curioso para ver o que faz o Alexandre Vinokourov, veterano da Astana, o Jurgen van den Broeck, que tem mostrado evolução no CR e o Alejandro Valverde que se mostrou muito bem no início de temporada mas que agora tem andado apagado.
Quanto aos sprints, este Tour vai contar com homens como o campeão do mundo, Mark Cavendish, que certamente quererá discutir todas as etapas ao sprint, mas poderá ter as contas furadas devido ao Bradley Wiggins que vai 'obrigar' a sua equipa a trabalhar para ele. Também Peter Sagan, o jovem eslovaco da Liquigas, apresenta-se como um dos principais ciclistas a disputar as chegadas ao sprint neste Tour, principalmente porque passa as pequenas dificuldades com 'facilidade'. Tyler Farrar, depois da desilusão que foi o Giro talvez vá ao Tour para tentar limpar a má imagem deixada em Itália. Alessandro Pettachi, da Lampre, também se apresenta como um dos principais homens a disputar as chegadas ao sprint. Mark Renshaw também poderá surpreender, o australiano da Rabobank, provavelmente, não terá comboio mas poderá tentar aproveitar o comboio de outras equipas. Matthew Goss ainda sem certezas da sua presença, mas a par de Cavendish e de Peter Sagan deverá ser um dos melhores sprinters da atualidade. A incógnita será Marcel Kittel, o alemão da Argos é muito irregular, mas quando está bem é fortíssimo e uma potencial ameaça.
As contas poderão sair furadas à Sky de Mark Cavendish e Bradley Wiggins e à Liquigas, de Peter Sagan e Vincenzo Nibali, com a possível dificuldade de ambas as equipas de desdobrarem tanto para o sprint como para a montanha.
Está aqui a minha análise àquilo que poderá ser o Tour deste ano.
