02-11-2012, 15:11
[noticia=abola]![[Imagem: bagaofelix.jpg]](http://www.abola.pt/img/fotos/mundos/politicos/bagaofelix.jpg)
Bagão Félix diz-se «envorgonhado» por ser a troika a decidir os cortes
O antigo ministro das Finanças Bagão Félix criticou hoje a possibilidade de serem os técnicos da troika a decidirem os cortes necessários para o País.
Ao «Dinheiro Vivo», o ministro começou por dizer que para atingir a meta do défice em 2014 (2,5 por cento) «é preciso cortar 4 mil milhões de euros» e que para isso é necessário «cortar do lado da despesa, porque do lado dos impostos já se atingiu o limite do tolerável para as pessoas e para a economia».
Para Bagão Félix, a solução passa por uma reforma estrutural da despesa pública, que «precisa do consenso dos três principais partidos e do ponto vista social».
Questionado sobre a postura do Executivo, Bagão Félix foi crítico, reagindo da mesma maneira ao facto de ser o FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu a definirem os cortes:
«A ser verdade que são os técnicos da troika que estão a ajudar nesta reforma sinto-me envergonhado, porque é certo que temos um memorando de entendimento assinado, metas a concretizar, estamos dependentes das instituições, mas não dos seus funcionários. Quem escrutinou esses funcionários que não conhecem o País? E agora vêm com regra e esquadro aplicar modelos sem conhecer o povo, o País, a sua história. Este tipo de análise exige conhecimento profundo enraizado na realidade portuguesa.»[/noticia]
![[Imagem: bagaofelix.jpg]](http://www.abola.pt/img/fotos/mundos/politicos/bagaofelix.jpg)
Bagão Félix diz-se «envorgonhado» por ser a troika a decidir os cortes
O antigo ministro das Finanças Bagão Félix criticou hoje a possibilidade de serem os técnicos da troika a decidirem os cortes necessários para o País.
Ao «Dinheiro Vivo», o ministro começou por dizer que para atingir a meta do défice em 2014 (2,5 por cento) «é preciso cortar 4 mil milhões de euros» e que para isso é necessário «cortar do lado da despesa, porque do lado dos impostos já se atingiu o limite do tolerável para as pessoas e para a economia».
Para Bagão Félix, a solução passa por uma reforma estrutural da despesa pública, que «precisa do consenso dos três principais partidos e do ponto vista social».
Questionado sobre a postura do Executivo, Bagão Félix foi crítico, reagindo da mesma maneira ao facto de ser o FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu a definirem os cortes:
«A ser verdade que são os técnicos da troika que estão a ajudar nesta reforma sinto-me envergonhado, porque é certo que temos um memorando de entendimento assinado, metas a concretizar, estamos dependentes das instituições, mas não dos seus funcionários. Quem escrutinou esses funcionários que não conhecem o País? E agora vêm com regra e esquadro aplicar modelos sem conhecer o povo, o País, a sua história. Este tipo de análise exige conhecimento profundo enraizado na realidade portuguesa.»[/noticia]
Nunca discutas com um idiota. Ele arrasta-te até ao nível dele, e depois vence-te em experiência.
