31-01-2014, 19:01
MiguelTrigueiros, post: 140629, member: 43 Escreveu:Eu concordo com o Miki neste caso, mas talvez não seja tão extremista. Se tudo correr bem para o ano vou para a faculdade e aí darei a minha opinião. E Volt, para conheceres os outros caloiros não precisas de ir às praxes. É o que acho. Nunca fui praxado do 1º ao 12º e conheço bué gente. Em muitos casos dão a desculpa de ser para 'integrar' os caloiros no meio académico para fazerem palhaçada. Se for preciso só lá vão nos dias de praxe e às quintas, de resto ficam em casa a dormir. Mas lá está, é a opinião que tenho de fora, por ouvir dizer, ou assim. Pode ser que quando for a minha vez que tudo mude na minha cabeça.
O "integrar" parece-me que está a ser mal interpretado. A ideia não é tu conheceres pessoal, passares por eles uma vez por dia e dizeres olá. A ideia está naquilo que o Mingos escreveu acima. Para mim, enquanto doutor, podes crer que uma das coisas que mais me orgulha é ver o grupo de caloiros que eu praxo unido, a sairem juntos, a ajudarem-se, a cimentar amizades para a vida, a organizarem um jantar só de caloiros em casa de algum deles. Eu fui praxado e também passei por esse processo e conheci pessoal que tenho a certeza absoluta que não me falham se eu precisar deles, seja para o que for, dos mais variados cursos. (Malta que tenho a certeza que não conhecia se não fosse pela praxe)
Uma coisa é tu conheceres pessoal do 1º ao 12º e 95% das pessoas que conheces (percentagem maior, provavelmente) são da tua área de residência. Na faculdade é diferente. Chega muito gente de muitas zonas que conhecem 0. Fico contente, duas semanas depois, de os ver completamente adaptados, com amigos, com malta que lhes oferece alojamento para puderem ficar numa festa até mais tarde, caso não tenham transporte.
Estas coisas não acontecem com pessoal que conheces por fazeres um trabalho de grupo. As vivências mudam tudo.
